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2003 October
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O Nosso Prusidente!
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Assussoria para os Desarranjos Conjugais
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PERDIÇÃO:
acto ou efeito de perder-se;
ruína;
desgraça;
desonra;
irreligiosidade;
imoralidade.
O Mestre em Casos Perdidos e Casas de Perdição funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Não hesite em contactar-nos.
O Mestre tem-lo sempre de pé. Para grandes emergências envie-nos um email descritivo da sua situação para esta caixa postal.
Delegamos no corpo todas as vertigens do desconhecimento. Corrompemos a memória com enganos do passado.
Hoje pode acontecer:
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| Vocês não me merecem, sabiam? |
| 10.15.03 (2:23 am) [edit] |
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:arrow: Ora bem, belo país este! Afinal nem casos perdidos nem casas de perdição. Ninguém precisa do Mestre para nada. O melhor é fechar a loja e abrir escritório em Bragança. Passem bem, sim?
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| Nadya vs. Terense |
| 10.14.03 (2:42 am) [edit] |
:arrow: Meus amigos, sem querer de forma alguma transformar este nobre espaço num lameiro politiqueiro de mão na anca e faca e alguidar, não posso deixar de assinalar a polémica de mau gosto entre a minha admiradora Nadya e o meu não-admirador Terence. Envolveram-se estes dois mortais em disputas impotentes sobre a minha mestral pessoa. Nadya defendendo o que acredita e Terence denegrindo a sua crença. Este, numa atitude xenófoba, chega mesmo ao ponto de pôr em causa o português de Nadya tratando-a como se de uma mulher de serviços caseiros ou públicos se tratasse. Ao que isto chegou...coitado do Terence, que não deve ver, nem ouvir, telejornais e noticiários radiofónicos! Mas enfim... Penso que a Nadya tem direito a vir aqui publicamente dizer de sua justiça, defender-se deste fadista para quem a mulher vale um selim, e a emigrante um fardo de palha. Eis a resposta de Nadya ao fulano que a insultou. "Meu caro eu seio que não seio escrevere bem a tua língua, mas sabendo tu seres muito culto, recebe com amor a minha dedicassão:В ДАН
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Túnel Mamário! |
| 10.10.03 (2:10 am) [edit] |
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«Mestre ouvi dizer que também resolvia problemas de coração, falo mais daqueles pontiagudos que revestem o mesmo. Sabe do que falo. Mamas, senhor mestre, pronto, arrepiemos caminho. As mamas são o meu problema e sabê-lo doutor de elevado gabarito, deixa-me contente. Finalmente o meu túnel terá luz. Será??» Naida Navinda Navolta Pereira 10.10.03 [1:48 am] :arrow: Minha querida, escavadora fosse eu! Por mim não me cansarei enquanto não penetrar o teu túnel! E na desintegração nuclear do meu corpo nele farei luz.
Outra questão me colocas sobre os teus problemas cardio-bicais. Tens que ser mais explícita, porque tudo se arranjará. Não há exercício que os não desenvolvam, nem massagens mamo-fálicas que os não levam a bom caminho. Basta dizeres quando queres a consulta pessoal e começaremos logo o tratamento. Deixas-me contente, também, minha filha ao falares do meu gabarito, o qual muito apreciado é e nunca me deixou ficar mal. Compartilhemos pois os teus problemas com o meu saber e não te arrependerás. Acaricio-te com toda a liberalidade. Devaneia-te meu anjo!
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Emocionado! |
| 10.10.03 (1:38 am) [edit] |
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:arrow: Vieram-se-me aos olhos duas gotas de lágrimas, sr. Prusidente. As felicitações de V.Ex.ª pelo meu aparecimento calaram-me fundo! Saber que Vossa Excelência com todos os afazeres que tem, para bem do Povo, ainda teve um minuto para me felicitar enche-me o coração de afecto. Sr. Prusidente tudo farei pois para cumprir com lealdade as funções que ora desempenho (que felizmente não me foram cu-metidas!), para honra da Junta, para bem do Povo, e para prazer das Nossas Cidadãs. Bem-haja, pois, senhor Prusidente!
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Urbi et Orbis |
| 10.10.03 (1:21 am) [edit] |
:arrow: Eis-me chegado minhas queridas, para quem os casos perdidos não serão mais do que andares esquecidos a caminho do sucesso parlamentar, na explosão dos afectos, no climax do prazer. Para vocês, também, meus amigos, que tendes casos perdidos, casas perdidas e vidas de perdição, aqui estou para vos ouvir, e com a experiência que o meu grau bem demonstra, trazer-vos para o caminho, para o encontro. As causas perdidas e os caminhos da perdição não são mais do que as duas faces do mesmo mistério. Descobri-lo é o nosso objectivo. O prazer não tem limites, por isso o prazer nunca será o nosso limite. Vinde, vinde a esta sub-delegação autárquica criada para gozo de todos os eleitores, mesmo para os que votaram contra. Um prusidente logo que eleito é prusidente de todos. Um Mestre logo que o é de todos será. Já agora quero aproveitar esta aparição para mandar publicamente, a todas as amigas que enviaram mensagens, beijinhos que distribuirão por onde mais gostarem. O Mestre não tem limites no prazer!
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| No quentinho! |
| 10.05.03 (10:00 pm) [edit] |
:arrow: Há anos que tentam alertar contra as trevas, contra os poderes infernais, e contra todos aqueles que neste mundo infeliz, trabalham para elas. O que se tem sentido, é que pouco tem adiantando, entretanto, por via da necessidade pessoal, por via de uma missão de alertar, nos obrigam a voltar e a voltar a falar sobre o mesmo tema. E assim uma vez mais retornam a alertar, determinados grupos de pessoas, determinados segmentos da sociedade, determinados tipos de negócios, determinadas famílias e também certas pessoas, para o grande risco de perda eterna das almas eles que correm. E não me importa que, a uma alma especial, o maldito os tenha chamado de “fofoqueiro”, porque vive alertando a todos “contra as coisas dele”.
Antes, se volta a reafirmar que o terror de já ter visto o demónio em sonhos, a certeza de que ele existe, a consciência de que todos estes nomes: mau, maldito, odioso, terrível, tenebroso, tétrico, pavoroso, hediondo, monstruoso, execrando, maléfico, encardido, serpente, dragão, seja qualquer outro nome que o dicionário traga, para definir ao demónio – algo que ultrapassa qualquer entendimento – e que possa ser indicativo de dor e de fealdade, tudo isso é imperfeito para definir o inferno e todos os seus moradores. Quem não acredita que o inferno existe, já está com um pé nele, seu pé já deve estar com lepra, pois não sente nem mais o calor emanado por ele. Deve, pois, buscar um médico para curar o pé, e um padre para curar sua alma. Por isso...
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A palavra descreve-o: Mestre! O Mestre sabe tudo, não é por acaso que granjeia o estatuto que tem. Conhecedor da vida, com muitas voltas dadas ao conta quilómetros, sem necessidade de mudar o óleo. O Mestre verte a profusão da alma em causas dignas e de elevada dimensão. Hirto nas suas convicções, aberto para a novidade, demonstra veleidades divinas na arte do afecto e dos acepipes. De inclinação exclusiva para quem lhe merece o zelo. No sublime da Perdição encontra-se com a universalidade do estilo. Na expressão do pensamento, a palavra rege o seu hábito. O Mestre conclui, resolve, dinamiza, a fraude do tempo. Vive e está em constante estado de alerta. Sem pestanejar, duro que nem uma porta, percorre os dias sem desprezar o seu mais fiel súbdito, o vértice do entretenimento. Aqui há sempre esperança, nada está Perdido!
O Grande Mestre passa a pente fino qualquer rabinho de saia que lhe catrapisque o intelecto!
em ebulição: > Vinte garrafas de tinto, duas de branco, uma morcela de Aljustrel e uns tubaros de vitela, muito tenrinhos! #prontos a sair > Feras domadas de mansinho à espreita de novidade. #Pergunte ao Mestre!
na junta: > Prusidente:«Lembram-se da última coisa que fizeram antes de chegar aqui? Da última cara que...» [mais] >AssussoraDC:«De novo para a Joana (e para toda a gente que não sabe muito bem que chão pisa)...» [mais]
>AssussoraDC:«Onde moram? Os milagres? E a felicidade? Em parte alguma? Aqui mesmo ao lado? Ou ao virar...» [mais]
> AssussoraDC:«Esta freguesia é uma surpresa, meus caros! Estava eu na esquina do supermercado...» [mais]
> Prusidente:«Tenho recebido emails, um deles pergunta-me qual a razão do anonimato, ao que lhe respondo...» [mais] > AssussoraDC:«Ela chegou a correr e quase não conseguia respirar. Peguei-lhe nas mãos, devagarinho. Tremia...» [mais]
> AssussoraDC:«Subiu as escadas a correr. Dois degraus de cada vez, para ser mais rápido, para que tudo não passasse... » [mais]
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